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qui, ago 5, 2010 , por

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F-a-z-e-r  a ponta do lápis, que tarefa difícil, e quando se tá com pressa ou falando no telefone fica quase impossível. Parece que o lápis vem todo quebrado, não dá certo e a  gente se suja todo, é um caganeira colossal. Com o apontador não muda muita coisa, e mesmo sendo uma tarefa capiau fazer a ponta do lápis com estilete, sempre tem aqueeele dia que a gente passa por isso. A faca então é melhor nem comentar (quando chega no nivel faca é SELVA).

Lembro qu’eu tinha uma professora particular que não usava apontador só o estilete. Meu amigo era federal, em vez de fazer a ponta e voltar pra atividade eu ficava lá, apontando, apontando, apontando em busca da ponta perfeita, obcecado, até acabar o lápis. Acabava mesmo e não chegava a resultado nem um. Nem ponta nem lápis, um mão suja no máximo. E só. ¬¬

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O tempo passou e depois de repetir inúmeras vezes o ato sagrado de fazer a ponta com estilete, já consigo não me cortar e deixa o lápis pegável, a ponta não fica lá essas coisas. Maasss nada, NADA MESMO se compara com a técnica samurai.jedi.ninja.master desse maluco. Fazer ponta é para os fracos, o cara faz é mini-estátua com a ponta do lápis. São coisas com detalhes, martelo, casa e tem até um pingente, até agora tou tentando entender como ele fez o pingente, se alguém tiver alguma ideia de como ele fez e souber explicar…

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O responsável por toda essa tarefa imprecindivel para humanidade é o senhor Dalton Ghetti, que assim como José, é carpinteiro =D. Nasceu no Brasil mas viu que aqui a grana é pouca e foi pros EUA. Como todo artista tem que ser metido a diferente, Dalton não usa lupa para trabalhar o grafite e nunca vendeu nenhuma de suas obras /Vamo vê essa frescura daqui a uns 20 anos, ai quero ver ele fazer sem lupa. E deixa as coisas apertarem pra vê se ele não vende/. Mas Ghetti diz que adoraria ver suas obras expostas em uma galeria, que fofo. =/

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Quando a ponta do lápis quebrava, ele se desesperava /o/. Mas com o passar do tempo decidiu mudar sua maneira de pensar e, hoje (trilha sonora do Indiana Jones), tem uma “coleção cemitério” de peças quebradas. Ele fez assim óh:

Colocou as pontas quebradas em alfinetes e os espetou em um isopor /Tá vendo como o cara é fera, colocou pontas num alfinete, podia só ter colocado as pontas no isopor, mas nããão, ele foi lá e pimba no alfinete/ montando uma vitrine das esculturas que não deram certo. Ele vê metade do copo cheio. há! XD

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Por Léo Ps e a bela Jéssica Alhadeff

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2 comentários para “Na ponta do lápis”

  1. avatar Néia disse:

    Parabéns pela habilidade de gastar lápis!
    nada como um dia após o outro para se descobrir pq  tu nunca tinha um lápis na bolsa!!!!ha se eu descobrisse isso antes!!!!rsrsrrsrsr
    Parece q aprendeu algo na faculdade,srrsrsr…tô orgulhosa de vc.rsrsrsrsr
    bjus
    A mamãe de Léo PS

  2. avatar Néia disse:

    Legal Léo Ps e a bela Jéssica…
    Adorei saber como Léo aprendeu a fazer uma ponta de lápis!!!
    Agora entendo pq me pedia um lápis todos os dia,srsrrs……
    tdo bem…..demorou mais aprendeu né Léo!
    a mamãe de Léo.
    Bjus